Porto Alegre em 7º no Ranking ABES 2018

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Porto Alegre em 7º no Ranking ABES 2018

13 de junho de 2018 Blog 0

Porto Alegre em 7º no Ranking ABES 2018

Capital gaúcha ficou na faixa “compromisso com a universalização” do ranking que avalia o setor de saneamento no Brasil

Entenda o ranking ABES

O Ranking ABES 2018 da Universalização do Saneamento é um instrumento de avaliação do setor no Brasil. Ele apresenta o percentual da população das cidades brasileiras com acesso aos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, tratamento de esgoto, coleta de resíduos sólidos e o quanto desses resíduos recebem destinação adequada. Dessa maneira, permite identificar o quão próximos os municípios estão da universalização do saneamento.

Dentre as capitais brasileiras, Porto Alegre ficou em 7º lugar no ranking, na faixa denominada “compromisso com a universalização” do saneamento. A capital melhor posicionada foi Curitiba, ficando na faixa “rumo a universalização”. na mesma faixa de Porto Alegre, ficaram as capitais Goiânia, Belo Horizonte, São Paulo, João Pessoa e Salvador.

De um modo geral, enquanto apenas 80 municípios do Brasil estão classificados com pontuação máxima, outros 1.613 sofrem com falta de saneamento.

Veja na figura abaixo o ranking completo das capitais brasileiras:

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Ranking ABES 2018 – Capitais Brasileiras

 

Metodologia do ranking ABES

  • Abastecimento de água – Índice de atendimento da população total com rede de água.
  • Coleta de esgoto – Índice de atendimento da população total com rede de esgotos.
  • Tratamento de esgoto – Índice de esgoto tratado referido à água consumida.
  • Coleta de resíduos sólidos – Taxa de cobertura do serviço de coleta de resíduos sólidos domiciliares em relação à população total do município.
  • Destinação adequada de resíduos sólidos – Percentual de resíduos sólidos domésticos (RDO) e públicos (RPU) gerados pelo município destinados adequadamente.
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Categorias do Ranking ABES 2018

A avaliação final nacional

59 municípios atingiram a pontuação máxima em abastecimento de água.
30 municípios atingiram a pontuação máxima em coleta de esgoto.
Em tratamento de esgoto, 211 municípios obtiveram 100 pontos 70 municípios em coleta de resíduos sólidos.
A destinação adequada de resíduos sólidos obteve o maior número de municípios – 277 no total.

Os dados de saneamento foram obtidos do SNIS com referência ao ano de 2016, por conta da defasagem de dois anos entre a coleta dos dados e a divulgação pelo Ministério das Cidades.

Pontos a destacar:

  • 1894 municípios figuram nesta edição do ranking;
  • Cerca de 88% deles são de pequeno e médio portes;
  • Apenas 80 municípios atingiram a pontuação para serem classificados na categoria mais alta – Rumo à universalização;
  • Mais de 70% dos municípios ranqueados estão na terceira categoria: Empenho para a universalização;
  • Em Primeiros passos para a universalização, dentre os municípios de grande porte chama a atenção a falta de destinação adequada dos resíduos sólidos à quase 100% dos municípios desta categoria: apenas 0,11% dos resíduos produzidos por esses municípios recebem destinação adequada;
  • A correlação entre saneamento e saúde, assim como na edição passada, ficou evidente: de forma geral, quanto maior o acesso ao saneamento, menor a incidência de internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado – DRSAI;
  • 66% dos municípios do país não entraram no ranking. A maior causa foi a falta dos serviços de esgoto: mais da metade dos municípios não apresentaram dados de coleta e/ou tratamento.

Fonte: ABES